Hustler e Billy caminhavam pela floresta densa, onde as sombras das árvores antigas se entrelaçavam como segredos guardados por séculos. Hustler, com seu chapéu desgastado e um sorriso astuto, liderava o caminho, enquanto Billy, mais jovem e impulsivo, carregava a mochila pesada com suprimentos. Eles buscavam o tesouro lendário, escondido no coração da mata, segundo as antigas histórias contadas pelos aldeões.
— Ei, Hustler, você acha mesmo que esse mapa é verdadeiro? — perguntou Billy, limpando o suor da testa.
Hustler parou por um momento, ajustando os óculos embaçados.
— Claro que é, garoto. Eu não arriscaria nossa pele por uma fábula qualquer. Mas precisamos ser cuidadosos; as lendas falam de guardiões que protegem o lugar.
Eles prosseguiram, desviando de raízes retorcidas e riachos murmurantes. De repente, um ruído ecoou ao longe, como o sussurro do vento carregando vozes ancestrais.
Billy sentiu um arrepio, mas Hustler apenas riu baixinho, incentivando-o a continuar.
A jornada mal havia começado, e o ar estava carregado de mistério.
CONTINUA...
POR ALCÍ SANTOS
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